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Os Aspectos Neuropsicológicos do Transtorno do Espectro Autista

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Resumo: O presente trabalho tem como objetivo apresentar o Transtorno do Espectro Autista (TEA), relatar seus aspectos neurológicos, assim como seus aspectos psicológicos e correlacioná-los em uma tentativa de mostrar que há alterações cerebrais, como nas funções executivas nos indivíduos autistas, que se relacionam com as alterações psicológicas. Para isso foi realizada uma pesquisa bibliográfica em artigos, revistas e teses, nas bases do Google Acadêmico e Scielo, publicados nos anos de 2012 ao ano atual, 2017, sob os descritores "aspectos psicológicos do TEA", "aspectos neurológicos do TEA" e "funções executivas e TEA". O TEA se define como um termo que engloba um grupo de transtornos de desenvolvimento, provocando dificuldades na comunicação social e comportamentos repetitivos. É importante reconhecer que não se sabe a origem do TEA e que somente está se relacionando alterações cerebrais de acordo com as funções que cada área do cérebro exerce e com os sintomas que o autismo apresenta, como o fato de haver alterações nas funções executivas que acarretam dificuldades no automonitoramento, planejamento e resolução de problemas; ou alterações no sistema límbico, provocando dificuldades nos comportamentos sociais; e, também, no lobo parietal que causa dificuldades na percepção de sensações e no processamento de estímulos exteriores. Como conclusão, não se tem a origem certa desse transtorno e ainda há muito a ser estudado e descoberto. Apesar disso, pode-se relacionar tais alterações cerebrais aos sintomas que o TEA tem por definição. 

Palavras-chave: TEA, autismo, neurológicos, psicológicos, neuropsicológicos.

1. Introdução

O termo ''autismo'' é utilizado para englobar todo um grupo de transtornos de desenvolvimento, o chamado ''Transtorno do Espectro Autista'' (TEA). Esses distúrbios podem ser caracterizados por dificuldades na comunicação social e comportamentos repetitivos. E, embora esses sintomas se apresentem em todas as pessoas com TEA, eles podem aparecer de diferentes formas e tempo e com diferentes intensidades. O TEA pode ser associado com deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e de atenção e, às vezes, as pessoas com autismo têm problemas de saúde física, como sono e distúrbios gastrointestinais e podem apresentar outras condições como síndrome de déficit de atenção e hiperatividade, dislexia ou dispraxia; na adolescência, podem desenvolver ansiedade e depressão.

As pessoas com autismo podem ser diagnosticadas até mesmo com meses de idade, mas, principalmente, a partir dos 03 (três) anos de idade nota-se a sua variabilidade de comportamento. E essa é uma condição permanente, a criança nasce com autismo e se torna um adulto e idoso autista. Mas isso não as impede de viver uma vida normal e saudável.

Do ponto de vista neuropatológico, o cérebro autista apresenta alterações no sistema límbico, cerebelo e uma anormalidade na organização minicolunar cerebral, como aumento do volume do ventrículo lateral esquerdo, malformações corticais, hipoplasia dos lóbulos VI e VII do vermis cerebelar, do tronco cerebral e uma elevação do nível de seratonina nas plaquetas (ROTTA; OHLWEILER; RIESGO, 2005). Outras pesquisas mostram que os comportamentos estereotipados e repetitivos típicos dos autistas derivam de alterações em regiões como o córtex órbito-frontal e núcleo caudado, assim como no distúrbio obsessivo-compulsivo (AMARAL; SCHUMANN; NORDAHL, 2008).

No estudo de Machado e cols. (2003), foram pesquisadas vinte e quatro crianças com autismo que foram submetidas aos exames de Ressonância Nuclear Magnética(RNM) e Tomografia Computadorizada por Emissão de Fóton Único (SPECT). Os resultados do RNM sugeriram anormalidades anatômicas no corpo caloso, ventrículos intracranianos, cerebelo, lobos temporal e occipital e hipocampo. Já no SPECT, foram encontradas alterações funcionais nos lobos frontal, temporal e parietal e nos núcleos da base. Mas, é importante destacar que essas alterações patológicas não aparecem em todas as pessoas com autismo, portanto, não se deve generalizar.

Dessa forma, o objetivo desse artigo é relacionar e debater os aspectos neuropsicológicos com o autismo: como o cérebro se apresenta tipicamente e como ele difere atipicamente, apresentar ambos os aspectos neurológicos e psicológicos e tentar relacioná-los, e, se há relação entre o neurológico e psicológico, apresentar pesquisas que comprovem, mesmo que parcialmente, essa relação.

Ademais, necessita-se de novos estudos e pesquisas nessa área, não para uma futura descoberta, mas para um maior entendimento. O presente trabalho tem uma importância científica, pois acrescentará dados e conceitos a respeito de um assunto que não apresenta muitas conclusões. E dessa forma, a sociedade poderá ter acesso e mais conhecimentos e até mesmo uma melhor preparação para lidar com o TEA. Acrescentado a isso, pode-se dizer que é uma área de estudo e aplicações científicas a serem utilizadas futuramente pela pesquisadora, com propósitos acadêmicos e profissionais.

2. Desenvolvimento

 2.1 TEA uma evolução conceitual

​O Transtorno do Espectro Autista é caracterizado por um transtorno de desenvolvimento, com inicio na infância. O individuo com TEA apresenta comportamentos repetitivos e estereotipados, atraso na aquisição da linguagem e na interação social. Ele recebe o nome ''espectro'' pois envolve situações e apresentações diferentes umas das outras, podendo ser mais leve, mediano ou severo. 

A evolução da neuropsicologia tem ajudado muito na compreensão sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) provendo informações sobre a cognição dessa parcela da população. Ainda não se sabe qual a origem exata do autismo: se é uma ''desordem'' genética ou só psicológica e nem qual a área do cérebro afetada que causa, mas aliar a Psicologia e a Neurologia para entender melhor esse fenômeno é de grande valia para os estudos no assunto. 

As duas áreas de conhecimento juntas conversam e chegam à conclusão de que indivíduos autistas tem um comprometimento tanto psicológico quanto neurológico, que não se sabe a origem mas que tem tratamento e que consegue-se viver uma vida melhor e normal mesmo com o transtorno.

2.2 Diferentes Interpretações do TEA

Os aspectos psicológicos do autismo, como já dito, são: o comprometimento nos relacionamentos interpessoais, atrasos na aquisição e distúrbios de desenvolvimento da fala, além de dificuldades motoras e comportamentos repetitivos e estereotipados, ou seja, psicologicamente, o autismo se caracteriza por prejuízos sócias, de comportamento e de comunicação.

Esses sintomas acarretam em uma estigmatização de pessoas autistas, ou com Asperger, como propõe Goffman (1998) o mesmo indivíduo pode vir a ser repudiado ou acolhido dependendo do ambiente no qual está inserido, como um garoto com Asperger, por exemplo, que está em uma graduação mas é excluído por seus colegas de classe por conta de seu jeito mais reservado, porém, em reuniões sua postura é sempre bem-vinda e prestigiada. E essa pessoa e sua família acabam sofrendo preconceito e se isolando da sociedade, mas na verdade deveriam ser acolhidos e respeitados.

A soma de muitos estudos já feitos mostram que um indivíduo autista apresenta alterações no:

  • Sistema límbico: responsável pelas emoções e comportamentos sociais;
  • Cerebelo: responsável pela coordenação muscular e equilíbrio;
  • Córtex órbito-frontal: responsável pelo planejamento de comportamentos, pensamentos, formação de personalidade, tomada de decisões;
  • Núcleo caudado: ajuda no sistema de aprendizado e memória;
  • Hipocampo: relaciona-se com a navegação espacial, memória, emoções;
  • Lobo frontal: planejamento de ações e movimentos, pensamentos abstratos;
  • Lobo temporal: processamento de estímulos auditivos
  • Lobo parietal: percepção de sensações e processa estímulos vindo do exterior;
  • Núcleos de base: participam do controle do movimento;
  • A área de Broca, é uma área do cérebro responsável pela linguagem e comunicação, pode ser agora uma nova forma de se ''encontrar'' o autismo, segundo cientistas franceses em uma pesquisa no ano de 2016. Segundo eles, além do transtorno ser considerado um fator genético, a observação do desenvolvimento do sulco cerebral através de um novo marcador geométrico, chamado ''pit sucal'', poderá diagnosticar precocemente o autismo a partir do estabelecimento de um padrão de desenvolvimento das dobras do córtex cerebral, podendo então ser feito um tratamento mais cedo. Mas, nada foi comprovado a respeito e nenhuma dessas alterações tem um padrão, por isso não se pode generalizar.

Ainda sobre os aspectos neuropsicológicos do TEA, destaca-se a hipótese de disfunção executiva, que defende que prejuízos no controle executivo poderiam estar relacionados a alguns dos comprometimentos cognitivos e comportamentais observados em indivíduos com TEA. Pessoas com essa condição apresentariam maiores dificuldades envolvendo inibição de respostas, planejamento, atenção e flexibilidade cognitiva (Bosa, 2001; Sanders, Johnson, Garavan, Gill e Gallagher, 2008).

2.3  Políticas públicas para o TEA

​A Teoria da Mente fala sobre a capacidade humana de compreender que os outros têm suas crenças e pensamentos diferentes dos seus próprios. Ao nascer até os quatro (04) anos de idade uma criança trata o mundo como sendo da exata forma que ela o vê e não consegue imaginar um mundo diferente daquilo que vê e sabe (Dunbar, 2006), e somente a partir dos quatro anos que a criança começa a terá compreensão de si e dos outros e o fato de se entender que existem estados mentais diferentes de pessoa por pessoa é um regulador na vida em sociedade. A teoria em questão, portanto, permite que se crie relações saudáveis uns com os outros, regulando ações e prevendo o impacto de suas próprias ações sobre os outros. 

Indivíduos autistas têm dificuldades cognitivas e de relacionamentos, portanto, dificuldade de utilizar seus próprios estados mentais para interpretar cognitivamente as mensagens socioafetivas dos outros do grupo social a sua volta. A Teoria da Mente afirma que autistas tem estados mentais diferentes dos outros e não conseguem compreender o que os outros esperam deles. Ela é de grande importância em estudos sobre o TEA, pois permite uma maior compreensão do que é o autismo e de como ele se relaciona com as representações da mente e suas dificuldades. A formulação dessa teoria ajuda no desenvolvimento dessas pessoas com comportamento atípico. 

Um exemplo de um individuo autista que mostra que se pode viver bem e em sua normalidade é o de Philp Shild, londrino, autista e apicultor que com 15 anos de idade deixou seu amor por abelhas se tornar algo de trabalho e passou a arrecadar aproximadamente R$17 mil reais por ano por sua produção e ele afirma que o que mais lhe deixa preocupado é a poluição de Londres atrapalhar na apicultura. Sua família diz que essa paixão se tornou um tratamento diferenciado ao autismo, que apesar do comprometimento da capacidade de comunicação e relacionamento com os outros e do retardo mental, pois desde que ele começou a cuidar das abelhas suas crises diminuíram e que todos esses sintomas melhoraram muito.

3. Metodologia
 

A presente pesquisa tem como objetivo apresentar os aspectos psicológicos e neurológicos do autismo e correlacioná-los. E para que isso fosse alcançado, fora realizada uma pesquisa de cunho qualitativo que recolhe os discursos completos do sujeito – objeto de estudo – para que haja uma interpretação e análise dos dados. Quanto ao nível de profundidade de estudo e ao procedimento utilizado na coleta de dados, realizou-se uma pesquisa bibliográfica que se desenvolve tentando explicar um problema a partir das teorias publicadas em diversos tipos de fontes como livros, artigos ou meios eletrônicos.

Portanto, neste estudo serão apresentados e discutidos os trabalhos selecionados com as seguintes palavras-chaves: Transtorno do Espectro Autista, (TEA) autismo e aspectos psicológicos, (TEA) autismo e aspectos neurológicos, (TEA) autismo e aspectos neuropsicológicos. O levantamento foi realizado no banco de dados do site Google Acadêmico e Scielo, priorizando os que datavam de 2011 até o ano atual, 2017, para que os dados recolhidos fossem mais válidos e atuais; somando um total de 07 (sete) artigos que correlacionavam os aspectos neurológicos e psicológicos do Transtorno do Espectro Autista, sendo eles, a grande maioria, da região Sul do país.

Alguns dos autores que contribuíram para a realização da pesquisa foram: Rotta, Ohlweiler, Riesgo (2005); Amaral, Schumann, Nordahl (2008); Machado e cols (2003); Goffman (1998); Bosa (2001); Sanders, Johnson, Garavan, Gill e Gallagher (2008); Dunbar (2006). A pesquisa e seleção dos trabalhos foram feitas baseadas no tema do presente estudo, aspectos neurológicos e psicológicos do TEA, verificando as formas e possibilidades de relação entre eles. No item seguinte, apresentam-se as referências teóricas para, em seguida, propor as discussões acerca dos trabalhos escolhidos para esse estudo.

4. Resultados

Para o embasamento deste trabalho, foram selecionados 07 (sete) artigos científicos e duas matérias em revistas para que fossem analisados e retirados dados e teorias, dentre eles um artigo de mestrado e o restante de graduação. E, durante a seleção, foram analisados os autores que o compuseram, se os artigos relacionavam-se com o tema ''os aspectos neuropsicológicos do Transtorno do Espectro Autista'', a data de publicação dos trabalhos, seus objetivos e conclusões.

A análise foi realizada a partir da leitura dos resumos, objetivos e conclusões dos trabalhos e demais dados bibliográficos constantes nas fontes. Buscou-se trabalhos que abordassem o Transtorno do Espectro Autista e que o avaliassem psicológica e neurologicamente. Dentre os trabalhos encontrados, somente um não faz referência ao TEA e, sim, a uma teoria que pode ser relacionada ao Transtorno.

Título/Ano/Estado Autores Objetivos Resultados
​Avaliação neuropsicológica e cognitiva dos Transtornos do Espectro Autista: revisão sistemática da literatura. 2012, Porto Alegre;​ Catiucia D. C de Linhares​Realizar uma revisão sistemática das publicações brasileiras entre 2005 e 2012, envolvendo a avaliação neuropsicológica e/ou cognitiva em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. ​Em relação à avaliação neuropsicológica, a função executiva foi a mais investigada. Com base nisso, conclui-se que há uma tendência de disfunção executiva nos TEA e que há uma diversidade teórica e metodológicas nas publicações nacionais.
​Funções Executivas em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. 2012, Porto Alegre. ​Fernanda Rasch Czermainski; Rudimar dos Santos Riesgo; Luciano Santos Pinto Guimarães; Jerusa Fumagalli de Salles; Cleonice Alves Bosa.​Avaliar as funções executivas e a memória de trabalho em crianças/adolescentes com TEA (n= 11), comparadas a crianças/adolescentes com desenvolvimento típico (n= 19), equiparadas por idade, anos completos de estudo formal e QI não-verbal. ​Os resultados demonstram prejuízos de funções executivas no grupo clínico, em especial na capacidade de planejamento, flexibilidade cognitiva, inibição, além do componente visuoespacial da memória de trabalho.
​Funções Executivas em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista: uma revisão. 2013, Porto Alegre.​Fernanda Rasch Czermainski; Jerusa Fumagalli de Salles; Cleonice Alves Bosa. ​Revisar sistematicamente os estudos publicados entre 2001 e 2011, envolvendo a avaliação neuropsicológica das funções executivas em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. ​Os componentes executivos preservados e disfuncionais têm sido identificados no TEA, corroborando estudos prévios que apontam progressão desenvolvimental típica e atípica das funções executivas nessa condição.
​Utilização da Teoria da Mente como auxílio para o desenvolvimento de indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). 2014, Campo Mourão.​Jennifer Lucas; Annamaria Coelho de Catilho.​Definir a Teoria da Mente e como ela auxilia no desenvolvimento de indivíduos com TEA, no que se refere aos três déficits presentes no transtorno. Autistas têm estados mentais diferentes dos outros indivíduos e não conseguem compreender o que os outros esperam deles.​
​Causas neurológicas do autismo. 2012, Paraná.​Priscila Mertens Garcia; Carlos Fernando França Mosquera.​Revisar as causas neurológicas do autismo.​Os dados recolhidos sugerem um funcionamento anormal do cérebro em pessoas autistas.
​Autismo e funções executivas: prejuízos no lobo frontal. 2014, Buenos Aires.​Roberta de Figueiredo Gomes; Carlo Schmidt; Adriana Gutteres Pereira; Adriana Machado Vasques; Valéria de Carvalho Fagundes.​Discutir os sintomas do autismo que são provindos de alterações no lobo pré-frontal e compará-los com o quadro patológico da síndrome diexecutiva.​Apesar dos avanços nas pesquisas e estudos, ainda há muito a ser descoberto. Mas a hipótese de um comprometimento das funções executivas é possível.

​5. Considerações Finais

Conclui-se com a leitura dos trabalhos, sites e revistas que abordam os aspectos neuropsicológicos do autismo que, na verdade, ainda há muito a ser estudado e estruturado. Não se conhece a origem do Transtorno do Espectro Autista (TEA), se ele é derivado de uma alteração genética, alteração cerebral ou algo que se surge com o desenvolvimento psicológico da criança.

Sabe-se, porém, que todos esses aspectos se correlacionam, ou seja, com os testes e exames que avaliaram os indivíduos com TEA, todos apresentaram alterações cerebrais que se relacionavam com as suas dificuldades cognitivas. Como alterações nas funções executivas (córtex pré-frontal do cérebro) da criança que poderiam causar dificuldades no estabelecimento de metas, planejamento, tomadas de decisões, automonitoramento e controle de impulsos e de estímulos concorrentes; na Área de Broca (lobo frontal) que seria responsável pela dificuldade na comunicação e expressão da linguagem falada; no sistema límbico (giro do cíngulo e giro parahipocampal), podendo comprometer os comportamentos sociais dos indivíduos.

Portanto, não se sabe a origem do transtorno mas, sim, áreas cerebrais que são afetadas por ele e, como as funções de cada uma delas, em conjunto, são conhecidas é possível fazer uma relação entre os sintomas do TEA e as áreas afetadas, jamais esquecendo que também tem seus aspectos psicológicos, isto posto, deve-se ter todo um acompanhamento e tratamento desde a infância com psicólogos para que o futuro dessa criança seja de uma vida normal, sem que o seu transtorno provoque um outro transtorno em sua vida. 

Referências:

LINHARES, Catiucia D. C. de. Avaliação neuropsicológica e cognitiva dos transtornos do espectro autista: revisão sistemática da literatura . Porto Alegre, 2012;

LUCAS, Jenniffer; CASTILHO, Annamaria Coelho de; Utilização da Teoria da Mente como auxílio para o desenvolvimento de indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Paraná, 2014;

CZERMAINSKI, Fernanda Rash; BOSA, Cleonice Alves; SALLES, Jerusa Fumagalli de; Funções Executivas em crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autismo: Uma revisão. Porto Alegre, 2013.

GARCIA, Priscila Mertens; MOSQUERA, Carlos Fernando França; CAUSAS NEUROLÓGICAS DO AUTISMO. Paraná, 2011.

GOMES, Roberta de Figueiredo; SCHMIDT, Carlo; GUTTERRES, Adriana; VASQUES, Adriana Machado; FAGUNDES, Valéria de Carvalho; Autismo e funções executivas: prejuízo no lobo frontal. Revista digital, Buenos Aires, 2014.

REVISTA GRANDES TEMAS DO CONHECIMENTO – PSICOLOGIA: ESPECIAL AUTISMO. São Paulo, nº 33.

Jornal Globo, Autista consegue superar suas limitações.Disponível em: < http://universoautista.com.br/oficial/2015/10/17/autista-conseguiu-superar-as-limitacoes/> Acesso em: 6 de julho de 2017.

E-global, Cientistas Franceses descobrem onde o autismo se esconde no cérebro. Disponível em: < http://e-global.pt/noticia/vida/ciencia/cientistas-franceses-descobriram-onde-o-autismo-se-esconde-no-cerebro/> Acesso em: 6 de julho de 2017.

Inês Custodio, Teoria da Mente. Disponível em: < http://oficinadepsicologia.com/teoria-da-mente/> Acesso em: 6 de julho de 2017.

Camila Martins Fernandes, Transtornos psicológicos associados à infância: autismo. Disponível em: < https://psicologiaacessivel.net/tag/tea/> Acesso em: 10 de julho de 2017.

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