As Contribuições da Análise do Comportamento para a Formação de Professores

A análise do comportamento, enquanto ciência que se propõe a estudar o comportamento humano (Skinner,1953/1970), apresenta arcabouço teórico que possibilita a aplicabilidade de seus princípios em diversas áreas de atuação, dentre elas, a Educação. É sabido que um dos principais atores do processo educacional, sendo ele no ensino básico, fundamental...
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O Cérebro “Decide” o Que Deseja Aprender, Aponta Novo Estudo

Para aprender sobre o mundo, um animal precisa fazer mais do que apenas prestar atenção ao ambiente que o cerca. Ele também precisa aprender quais visões, sons e sensações em seu ambiente são os mais importantes e monitorar como a importância desses detalhes muda com o tempo. No entanto, como humanos e outros animais rastreiam esses detalhes, sempr...
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Histórico da Psicopedagogia e a Atuação do Psicopedagogo Escolar em Frente a Adaptação da Criança à Educação Infantil

Segundo Almeida (2010), a psicopedagogia surgiu na Europa ainda no século XIX, através da junção de ciências como a Psicologia e a Medicina e tinha como objetivo a reabilitação de crianças com baixo desempenho escolar. Conforme Barbosa ( 2006), a psicopedagogia nasceu no Brasil, no final da década de 70 e início da década de 80. Seu surgimento veio...
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O Uso das Metodologias Ativas no Processo Educacional

A Metodologia Ativa é uma proposta de ensino onde o aluno constrói o seu próprio conhecimento, promovendo assim a sua inserção e responsabilização em seu processo de aprendizagem. O meio mais utilizado dentro desse tipo de metodologia para o ensino é a resolução de problemas . A resolução de problemas é o ato do professor promover uma discussão sob...
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Psicologia Escolar no Brasil: considerações e reflexões históricas

Para abordar a Psicologia Escolar é necessário primeiro delimitar o seu poder de ação como forma de classificar o seu fazer. Essa área da Psicologia se desenha como uma articulação entre uma área de conhecimento e um campo de prática social focada na escola e nas relações que com ela se estabelecem. Então, na tentativa de ser o menos reducionista p...
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O Acompanhamento Terapêutico na Escola

O Acompanhamento Terapêutico na Escola

As atribuições da psicologia no âmbito escolar não se restringem às questões que envolvem a deficiência mental ou qualquer outro tipo de estigma. É um ir além relacionado ao trabalho preventivo e a saúde mental, com a responsabilidade de tornar a escola um espaço não-neurotizante (FONSECA, 1995).

Na escola, as propostas relativas ao papel do Acompanhante Terapêutico e suas implicações devem ser explorado sob um aspecto da análise skinneriana de ensino. Esta se dá através do arranjo planejado de contingências, o planejamento das condições adequadas para aprendizagem sob a forma de contingências de reforçamento positivo, que possibilitem ao aluno uma aprendizagem produtiva e prazerosa, priorizando consequências naturais, sem os inconvenientes das práticas aversivas (Zanotto, 2000).

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O Uso de TDIC’s na Aprendizagem: Reflexões Necessárias

Quais são as Tecnologias que Podem ser Usadas para a Aprendizagem ?

Por muito tempo foram usados as TIC’s (Tecnologias de Informação e Comunicação) como um recurso que facilita a aprendizagem. As TIC's eram ferramentas tecnológicas que facilitavam a exposição de conteúdos e instruções de como realizar determinadas tarefas que um determinado assunto requeria, como programas que exibem contas de determinadas operações de matemática. Tais ferramentas foram utilizadas em vários cursos, principalmente no curso de matemática integrando até mesmo a formação de professores. Logo evoluiu para as TDIC’s (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação), agora o aprendiz pode interagir com o sistema em vez de apenas estar exposto às suas atividades, esse sendo o principal diferencial em relação à ferramenta anterior que presumia um uso passivo da ferramenta. Os programas digitais favorecem uma aprendizagem mediada, ou seja, o programa pode ser usado de forma independente e autônoma e o professor apenas facilita essa interação do aprendiz com a ferramenta. (Rossato, 2014).

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