Psicanálise

Psicanálise

A Psicanálise tem início com a intenção de Sigmund Freud de organizar dados da experiência clínica de seus pacientes, sendo o estudo dos fenômenos da hipnose, dos sintomas neuróticos, dos sonhos, sugerirem que grande parte dos componentes da vida mental seria inconsciente. Sua auto-análise dos sonhos favoreceu para essa descoberta, assim como os estudos sobre a psicologia dos atos falhos e humor. Sigmund Freud define psicanálise como um procedimento para a investigação dos processos mentais, um método para tratamento e uma coleção de informações psicológicas obtidas e acumuladas por ela.

 

Freud foi influenciado por muitas e variadas manifestações da pulsão sexual, pelo significado e importância das primitivas experiências de vida, interessando-se pelas diferentes manifestações da sexualidade infantil e sua persistência, na vida adulta sob muitas variantes, conscientes ou inconscientes.

A hipótese topográfica permitiu que uma compilação do material analítico pudesse ser empreendido, na distinção entre inconsciente, pré-consciente e consciente do aparelho mental da chamada 1ª tópica Freudiana de 1900; porém a experiência clínica de Freud mostra que a incompletude na absorção de dados mais recentes, para fórmulas mais claramente marcadas pela tensão entre os sistemas, na chamada 2ª tópica de 1923, a chamada hipótese estrutural, onde Freud descreveu três estruturas o Isso (Es), o Eu (Ich) e Supereu (Überich). A psicanálise tradicional, estruturada por Freud ao final do século XIX e inicio do século XX, como método específico de psicoterapia é forma de tratamento muito intenso, longo e difícil sendo utilizado por pessoas com distúrbios emocionais e problemas psiquiátricos.

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